“Olá, sou eu, o teu sintoma” é o texto que te trago hoje.

Não é da minha autoria mas faz-me todo o sentido partilhá-lo aqui. Chegou até mim escrito por um “Autor Desconhecido”, mas adorava conhecê-lo/a!

Espero que te faça sentido e que te faça sentir!

“Oi, eu tenho muitos nomes: dor de joelho, grão, dor de estômago, gripe, dor nas costas, ciática, cancro, depressão, angústia, enxaqueca, tosse, gripe, dor de garganta, insuficiência renal, diabetes, hemorróidas, e a lista. Continua e continua.
Ofereci-me como voluntário para o pior trabalho possível: ser o portador de notícias pouco gratas para ti.
Quando eu, “o sintoma”, apareço na tua vida, não é para te cumprimentar, não.
É para te avisar que uma emoção que contiveste dentro do teu corpo, deve ser analisada e resolvida para não ficares doente.
Devias dar-te a oportunidade de perguntar a ti mesmo:
” por que apareceu este sintoma na minha vida “,
” o que vai querer dizer-me “?.
O que devo mudar em mim para já não precisar deste sintoma?.
O que estás a fazer?
Mandas-me dormir com os medicamentos.
Mandas-me calar com tranquilizantes, mandas-me desaparecer com anti-inflamatórios, queres apagar-me com quimioterapias.
Tentas dias com o dia, tapar-me, sellarme, calar-me. E surpreende-me ver que, às vezes, até preferes consultar bruxas e adivinhos para que de forma “mágica” Eu saia do teu corpo.
Durante anos, a tentar salvar a tua vida, e tu queixas-te porque não te deixo dormir, porque não te deixo andar, porque não te deixo trabalhar, mas continuas sem me ouvir…
Estás a compreender??
Para ti, eu o sintoma, sou “a doença”.
Que coisa mais absurda.
Não confundas as coisas.
Eu não sou a doença, sou o sintoma.
Por que me calas, quando sou o único alarme que está a tentar salvar-te?
Por favor, quando eu aparecer no teu corpo, analisa o que estou a tentar dizer-te, de verdade que, por uma vez na vida, gostaria de ser reconhecido pelo meu trabalho, pelo meu excelente trabalho.

Deves consultar sondar o teu inconsciente, com o teu coração, e as tuas emoções….

olá sou eu o teu sintoma!

Autor desconhecido”

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